Um espaço de escuta para aquilo que precisa ser dito.

Psicólogo e psicanalista, com experiência clínica no atendimento à população LGBTQIAPN+ e adultos em geral.

Uma prática orientada pela singularidade de cada sujeito, sem julgamentos morais ou pressupostos sobre gênero, sexualidade e modos de vida.

Atendimento online.

Vicente Huche — Psicólogo e Psicanalista
Quando buscar uma análise

Pode ser que você já tenha passado por experiências como...

Às vezes, o sofrimento aparece sem que seja fácil compreender de onde ele vem. Em outros momentos, há algo que se repete nas relações, na forma de se perceber ou de estar com outras pessoas.

Pode surgir como uma sensação de não pertencimento, um desconforto consigo, uma angústia difícil de explicar ou a impressão de não ser compreendido.

Nem sempre é possível nomear de imediato o que nos leva a buscar uma análise. A construção dessa questão também pode fazer parte do processo analítico.
Experiências que podem levar à análise

Falta de identificação e desconforto consigo

Momentos em que parece difícil reconhecer-se em si mesmo, compreender o que sente ou encontrar uma forma de estar no mundo que faça sentido para você.

Dificuldade de socialização e sensação de não pertencimento

A experiência de não se sentir parte, de ter dificuldade para estabelecer vínculos ou de se perceber deslocado mesmo quando está entre outras pessoas.

Angústia sem entender o porquê

Uma sensação de mal-estar que nem sempre encontra uma explicação clara. Às vezes aparece como inquietação, ansiedade ou mesmo como um “aperto no peito”.

Sensação de não ser compreendido

Quando parece difícil encontrar espaço para falar sobre determinadas experiências ou ser escutado sem que o outro parta de julgamentos, expectativas ou pressupostos sobre você.

Desmotivação e desesperança

Momentos em que há pouco desejo de fazer as coisas, dificuldade de imaginar outras possibilidades ou uma sensação de que aquilo que antes mobilizava perdeu o sentido.

Questões sobre gênero, sexualidade e formas de se relacionar

Dúvidas, conflitos ou experiências relacionadas ao corpo, ao gênero, à sexualidade, ao desejo, aos afetos e às formas de construir relações.

Gênero e sexualidade na clínica

Uma escuta que não parte de definições prontas sobre quem você é.

Na minha prática, gênero e sexualidade não são compreendidos a partir de uma perspectiva binária ou genitalista.

Isso significa não tomar o corpo, a genitália ou categorias previamente estabelecidas como explicações suficientes para a experiência de gênero e sexualidade de um sujeito.

Cada pessoa estabelece uma relação singular com seu corpo, seu desejo, sua identidade, seus afetos e suas formas de se relacionar.

Na clínica com pessoas LGBTQIAPN+, considero fundamental sustentar essa singularidade sem perder de vista o contexto social e cultural em que cada sujeito está inserido.

O sofrimento psíquico não acontece no vazio. As experiências de cada pessoa também são atravessadas pelas relações familiares, pelos espaços que ocupa e pelas normas sociais construídas em torno do gênero, da sexualidade, do corpo e dos modos de vida.

Por isso, o compromisso com a não patologização não se resume a considerar determinadas identidades ou orientações sexuais como legítimas.

Implica não estabelecer previamente aquilo que uma experiência significa para quem a vive.

A análise oferece um espaço para que essas questões possam ser faladas e elaboradas a partir da experiência de cada sujeito, sem que exista de antemão uma direção considerada correta para sua identidade, seus desejos ou suas relações.

Sobre Vicente Huche

Vicente Huche — Psicólogo e Psicanalista

Sou Vicente Huche, psicólogo e psicanalista, com dez anos de atuação no consultório clínico e em serviços públicos de Saúde Mental, incluindo CAPS.

Ao longo desse percurso, compreendi que o cuidado em saúde mental não é construído sozinho, mas é um percurso que deve ser feito acompanhado.

Minha experiência clínica também me mostrou que atender pessoas LGBTQIAPN+ exige mais do que oferecer um espaço livre de julgamentos.

É necessário escutar cada pessoa em sua singularidade, sem perder de vista o contexto social e cultural no qual sua história se constrói e sem partir de pressupostos sobre aquilo que sua identidade, seu gênero ou sua sexualidade deveriam significar.

Meu trabalho se orienta por uma escuta clínica não patologizante, pelo rigor ético, pelo sigilo profissional e pelo respeito à história de cada sujeito.

Formação e experiência

Mestre em Atenção PsicossocialInstituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro — IPUB/UFRJ
Especialista em Clínica PsicanalíticaInstituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro — IPUB/UFRJ
10 anos de prática clínicaExperiência em consultório e em serviços públicos de Saúde Mental.
Vídeo — Conheça um pouco mais sobre meu trabalho

Neste vídeo, falo um pouco sobre minha forma de trabalhar e sobre como compreendo o processo de análise.

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A psicanálise e a liberdade da fala

Escuta do inconsciente, singularidade e contexto social.

A psicanálise que pratico se apoia no rigor da escuta do inconsciente e no respeito à história de cada sujeito.

Não buscamos adaptar quem chega à análise a padrões preestabelecidos, nem oferecer respostas prontas sobre aquilo que sente ou sobre como deveria conduzir sua vida.

É através da fala que começam a aparecer relações entre aquilo que vivemos hoje, nossa história, nossos vínculos, desejos, conflitos e formas de responder às situações que encontramos.

Também podem surgir repetições que até então não eram percebidas, contradições, perguntas e elementos da própria experiência que ainda não haviam encontrado possibilidade de elaboração.

A análise abre espaço para que o sujeito possa escutar de outra maneira aquilo que diz sobre si e sobre sua própria história.

Esse percurso não acontece isolado das condições em que vivemos. Por isso, a escuta clínica também considera o contexto social e cultural no qual cada história se constitui.

“O cuidado em saúde mental não é construído sozinho, mas é um percurso que deve ser feito acompanhado.”
Avaliações

Seção destinada a avaliações públicas sobre o trabalho de Vicente, apresentadas de forma sóbria e compatível com as normas profissionais aplicáveis.

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Como começar

Começar é simples.

1.

Entre em contato

Você me chama pelo WhatsApp e pode contar brevemente o que está buscando.

2.

Marcamos a primeira consulta

Nesse primeiro encontro, posso compreender melhor sua procura e você também pode conhecer minha forma de trabalhar.

3.

Conversamos sobre a continuidade

A partir dos primeiros encontros, combinamos frequência, horário e as condições para continuidade da análise.

Não há um percurso previamente estabelecido que seja igual para todas as pessoas. A análise vai sendo construída a partir das questões e da singularidade de quem chega.

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Informações práticas
Modalidade: atendimento 100% online
Duração: aproximadamente 45 minutos
Frequência: geralmente semanal, podendo ser discutida conforme cada caso
Plataformas: Google Meet ou videochamada pelo WhatsApp
Valores: informados no primeiro contato
Pagamento: PIX ou boleto bancário
Reembolso: emissão de Nota Fiscal para solicitação de reembolso junto ao plano de saúde
Horários: combinados de acordo com a disponibilidade
CRP: [inserir]
Textos

Espaço para reunir a produção escrita de Vicente sobre psicanálise, gênero e sexualidade, saúde mental, relações e cultura.

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Vicente Huche
Psicólogo e Psicanalista